Eu estou muito tempo sem tempo para postar, e como o fim do ano se aproxima e viajar é muito bom! Achei um texto ótimo do Ricardo Freire sobre Resoluções de Ano Novo que todo amante de novos ares deveria fazer.
Na cultura brasileira a virada do ano é uma época mágica em que zeramos a conta: toda ziquizira vai embora junto com as sete ondas que pulamos à meia-noite. Basta estar num lugar auspicioso e desejar com força para que nossos planos para o ano seguinte se realizem. É uma brincadeira divertida. Mas não custa nada combinar as nossas tradições com os costumes dos povos do hemisfério norte, que aproveitam esta época para formular Resoluções de Ano Novo – uma pequena lista de providências para melhorar a vida no ano seguinte. Aqui vão algumas ideias de resoluções de ano novo que vão fazer você aproveitar melhor todos os seus desejos de viagem em 2011.
Habilitar seu cartão de banco para saques no exterior. Onde consigo a melhor cotação para reais em Buenos Aires? E em Santiago? Levo dólares ou euros para Praga? E para o Marrocos? Onde troco travelers cheques sem comissão na Cidade do Cabo? Abre domingo? Ninguém mais precisa ter essas dúvidas. Se você habilitar o seu cartão de banco para saques internacionais, vai poder retirar moeda local em praticamente todos os caixas automáticos (não só os do seu banco). A cotação é melhor do que a de qualquer casa de câmbio, e as taxas não pesam se você fizer saques equivalentes a 200 dólares de cada vez.
Comprar uma mala de quatro rodinhas. Pare de arrastar mala! À diferença das colegas de duas rodinhas, uma mala de quatro rodinhas não é arrastada – ela acompanha você quase sem esforço. A que melhor funciona é a de tamanho médio (65 cm de altura, em pé). A propósito: a viagem fica muito melhor quando você não leva mala grandalhona. Procure fazer sua roupa caber numa mala média, e você vai adorar a diferença.
Tomar vacina contra febre amarela. Não há dia em que não me apareça alguém desesperado para saber se é necessário mesmo ter certificado de vacinação contra febre amarela para ir ao Caribe ou fazer uma conexão (ou mesmo escala) em Lima, Bogotá ou Caracas. Apesar de, na prática, poucos agentes de imigração realmente procurarem pelo certificado no nosso passaporte, no papel a lista de lugares que exigem a vacina é extensa. E não adianta se vacinar imediatamente antes do embarque: a inoculação só tem efeito depois de 10 dias. Livre-se dessa preocupação tomando o quanto antes a vacina – a validade é de 10 anos.
Organizar suas milhas. O real valorizado não serve apenas para viajar ao exterior: juntar milhas no cartão de crédito está moleza. Com o dólar atual, cada R$ 1,70 em compras vale uma milha (ou mais, nos cartões que conferem mais de uma milha por dólar gasto). E o que é melhor: ao longo do ano as companhias aéreas têm feito promoções de milhas reduzidas, rentabilizando a sua conta. Troque já seu cartão sem benefícios por um que dê milhas e concentre seus pontos num único programa de milhagem.
Fazer check-in antecipado. Você já está habituado a comprar passagens pela internet. Dê um passo à frente, e passe também a fazer o check-in online. Visite os sites das companhias aéreas e familiarize-se com todas as alternativas; em muitos casos dá para imprimir o cartão de embarque antes de sair de casa. A fila para despacho de bagagem sempre anda mais rápido do que a do check-in; boa parte dos perrengues de aeroporto é eliminada com esse simples procedimento.
Viajar pelo Brasil na baixa temporada. Dei este conselho nas resoluções de 2010 (publicadas em fevereiro, depois das férias), e repito para 2011. Não pense que os preços para viajar em janeiro pelo Brasil se mantém altos assim o resto do ano. O Brasil fica bem mais em conta quando você viaja fora de férias e feriadões. O segredo da economia está em comprar passagens aéreas com antecedência. Hotéis de cidade oferecem tarifas reduzidas nos fins de semana; pousadas estão abertas a negociação e os resorts informam tarifas mais razoáveis para quem compra diretamente ou via sites de reservas. Experimente.
Pesquisar opiniões antes de reservar. A internet é uma mina de depoimentos sobre hotéis, lugares, passeios. Muita gente, porém, só se lembra de conferir a experiência dos outros depois de fazer reservas (muitas vezes, sem possibilidade de reembolso). É um péssimo momento para pesquisar, e não apenas pelos motivos óbvios. Quando você pesquisa sobre um hotel ou um lugar antes de reservar, está de cabeça fria para confrontar pontos de vista diferentes, identificar os perfis dos opinantes e perceber críticas injustas. Mas quando você só pesquisa depois da reserva feita, qualquer criticazinha negativa vira verdade absoluta; na terceira resenha ruim você entra em depressão e se sente um otário.
Compartilhar suas experiências de viagem. Não guarde suas impressões só para você e seus amigos. Aproveite a profusão de blogs de viagens, sites de resenhas e de reservas para deixar suas opiniões. Elas serão úteis para outros viajantes brasileiros. Mas não pense na internet apenas como o lugar onde você vai registrar suas reclamações e críticas; é importante também compartilhar as boas escolhas. Não custa nada, ajuda os outros e pode ser divertido: é uma maneira de você reviver a sua viagem.
Originalmente publicado na minha página Turista Profissional, que sai toda 3a. feira no suplemento Viagem & Aventura do Estadão.
Fonte: Viaje na viagem
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terça-feira, 28 de dezembro de 2010
sexta-feira, 17 de setembro de 2010
Roteiro de Viagem - Segóvia
Espanha: Segóvia - é uma cidade medieval que fica muito fácil de visitar quando se vai a Madrid. É uma ótima "day trip".A cidade foi declarada Património da Humanidade pela UNESCO. Minha primeira dica é: - Vá de Trem Bala! Ele faz os 90 e poucos quilômetros em mais ou menos 30 minutos. Você pode comparar as passagens de ida e volta direto no site da Renfe ou diretamente as maquinas que ficam na própria estação.
Bom, basta pegar o metro e ir em direção da estação de Chamartin. Chegando lá basta seguir as placas da renfe para chegar a estação de trens. - Direção Segóvia Guiomar.
Uma vez em Segóvia é simples pegar o ônibus para o centro. Assim que você avistar o Aqueduto pode saltar que já chegou... são apenas uns 10 minutinhos.
O Aqueduto data do século I, tem quase 30 metros de altura e ainda restam mais de 700 metros. Ele é a porta de entrada para o centro de Segóvia. Dele fomos a pé todo o percurso e é nele que pegamos o ônibus de volta para a estação.
Logo na chegada tem um posto de informações, entre e pegue um mapa da cidade. - irá te ajudar muito -.
A vista é lida e do lado direito você pode ir subindo uma Big escada e tirar muitas fotos lindas com o aqueduto de fundo. - vale a pena- .
De lá fomos caminhando até a Plaza Mayor. É um ótimo local para um pequeno descanso e é repleto de restaurantes [deliciosos! Logo falarei mais deles].
Logo nas ruas que dão acesso ao vemos a deslumbrante - e enorme - Catedral Gótica de Segóvia. Paramos para tomar uns chopps - recuperar o fôlego - e aproveitamos para admirar a praça. Ampla e com um coreto no meio, cercada por restaurantes e duas igrejas.
Além da Catedral, há outra igreja onde Elizabeth á Católica foi coroada rainha da Espanha. - Super interessante -.
Dele fomos à Catedral. Divina! e ainda conta com um pequeno museo que vale a pena ver. - e quase ningém vê! - O acesso é por dentro da Catedral mais é na parte de trás.
Saindo da Catedral vamos descendo a rua em direção ao Alcazar. Um lindo castelo - super imponente - e também abriga o Colégio Real de Artilharia e academia militar. Vale apena pagar 8,00 eur para conhecer. A vista é FANTÁSTICA.
Dizem que o Alcazar teria inspirado o castelo da Branca de Neve.
Dentro dele você tira várias fotos com modelos de armaduras, lanças e canhões. A paisagem - por todos os lados - é linda e longa até o horizonte.
Doloroso é voltar para a Plaza Mayor, pois como disse, nós descemos a rua para chegar ao Castelo, mas para voltar temos que SUBIR. Vá caminhando com calma, aprecie a ruela, as lojinhas de suvenir ao logo, que logo se chega de volta à praça.
Uma vez na Plaza Mayor ache um restaurante para comer um Cochinillo. É um prato típico da Segóvia. Um Leitãozinho de somente 15 dias - de confinamento - de vida, que só come ração para a carne ficar tenra. Na vitrine de alguns restaurantes você pode ver vários porquinhos - mortos - expostos aguardando a hora de serem cozidos.
O restaurante mais famoso é o José Maria, e a quem diga que às vezes pode-se ver o próprio sair da cozinha, vir até sua mesa e cortar o cochinillo com o prato de porcelana - de tão macia que é a carne-.
Como o restaurante é famoso é difícil conseguir lugar sem reserva... mas há vários outros ao redor da praça.
De lá descemos e voltamos em direção ao aqueduto para pegarmos o ônibus de volta a estação de trem.
O caminho é repleto de lojinhas e mirantes lindos, onde se tira fotos vendo todo o centro velho.
Existem outros locais que não visitamos, como o Palácio Real de Riofrio
Os trens balas atendem a horários bem razoáveis, sendo fácil encaixar um com o seu horário de ir embora para Madrid. 30 minutos.
Vale muito a pena conhecer a Segóvia. Eu recomendo muito!
Bom, basta pegar o metro e ir em direção da estação de Chamartin. Chegando lá basta seguir as placas da renfe para chegar a estação de trens. - Direção Segóvia Guiomar.
Uma vez em Segóvia é simples pegar o ônibus para o centro. Assim que você avistar o Aqueduto pode saltar que já chegou... são apenas uns 10 minutinhos.
O Aqueduto data do século I, tem quase 30 metros de altura e ainda restam mais de 700 metros. Ele é a porta de entrada para o centro de Segóvia. Dele fomos a pé todo o percurso e é nele que pegamos o ônibus de volta para a estação.
Logo na chegada tem um posto de informações, entre e pegue um mapa da cidade. - irá te ajudar muito -.
A vista é lida e do lado direito você pode ir subindo uma Big escada e tirar muitas fotos lindas com o aqueduto de fundo. - vale a pena- .
De lá fomos caminhando até a Plaza Mayor. É um ótimo local para um pequeno descanso e é repleto de restaurantes [deliciosos! Logo falarei mais deles].
Logo nas ruas que dão acesso ao vemos a deslumbrante - e enorme - Catedral Gótica de Segóvia. Paramos para tomar uns chopps - recuperar o fôlego - e aproveitamos para admirar a praça. Ampla e com um coreto no meio, cercada por restaurantes e duas igrejas.
Além da Catedral, há outra igreja onde Elizabeth á Católica foi coroada rainha da Espanha. - Super interessante -.
Dele fomos à Catedral. Divina! e ainda conta com um pequeno museo que vale a pena ver. - e quase ningém vê! - O acesso é por dentro da Catedral mais é na parte de trás.
Saindo da Catedral vamos descendo a rua em direção ao Alcazar. Um lindo castelo - super imponente - e também abriga o Colégio Real de Artilharia e academia militar. Vale apena pagar 8,00 eur para conhecer. A vista é FANTÁSTICA.
Dizem que o Alcazar teria inspirado o castelo da Branca de Neve.
Dentro dele você tira várias fotos com modelos de armaduras, lanças e canhões. A paisagem - por todos os lados - é linda e longa até o horizonte.
Doloroso é voltar para a Plaza Mayor, pois como disse, nós descemos a rua para chegar ao Castelo, mas para voltar temos que SUBIR. Vá caminhando com calma, aprecie a ruela, as lojinhas de suvenir ao logo, que logo se chega de volta à praça.
Uma vez na Plaza Mayor ache um restaurante para comer um Cochinillo. É um prato típico da Segóvia. Um Leitãozinho de somente 15 dias - de confinamento - de vida, que só come ração para a carne ficar tenra. Na vitrine de alguns restaurantes você pode ver vários porquinhos - mortos - expostos aguardando a hora de serem cozidos.
O restaurante mais famoso é o José Maria, e a quem diga que às vezes pode-se ver o próprio sair da cozinha, vir até sua mesa e cortar o cochinillo com o prato de porcelana - de tão macia que é a carne-.
Como o restaurante é famoso é difícil conseguir lugar sem reserva... mas há vários outros ao redor da praça.
De lá descemos e voltamos em direção ao aqueduto para pegarmos o ônibus de volta a estação de trem.
O caminho é repleto de lojinhas e mirantes lindos, onde se tira fotos vendo todo o centro velho.
Existem outros locais que não visitamos, como o Palácio Real de Riofrio
Os trens balas atendem a horários bem razoáveis, sendo fácil encaixar um com o seu horário de ir embora para Madrid. 30 minutos.
Vale muito a pena conhecer a Segóvia. Eu recomendo muito!
quinta-feira, 16 de setembro de 2010
Viajar sim! Mas o que é melhor: excursão, pacote ou conta própria?
Pessoas! Viajar é sempre a melhor opção para tudo!
Seja para descansar, conhecer, enriquecer-se de cultura, esquecer algo, divertir-se ou apenas desanuviar a mete.
Um blog que sempre visito é o viajenaviagem, e nele achei um post ótimo detalhando as maiores vantagens, desvantagens de cada jeito de viajar, onde e quando vale mais cada opção e é claro, várias dicas para cada gênero.
PACOTE
Como funciona. Operadoras fazem acordos com companhias aéreas (às vezes, fretam vôos exclusivos) e bloqueiam apartamentos em hotéis e resorts, oferecendo um preço normalmente interessante.
Vantagens. Você não tem trabalho quase nenhum além de escolher um dos hotéis oferecidos. Um passeio de boas-vindas costuma estar incluído. Há possibilidade de parcelamento.
Desvantagens. A seleção de hotéis é limitada. A distribuição de hóspedes pelos hotéis na chegada e o recolhimento de todos na saída pode comer boa parte do primeiro e do último dia. Você é induzido a comprar os passeios “opcionais” com o receptivo da empresa. E muitas vezes não se informa o suficiente sobre o destino, por saber que a operadora cuida de tudo (e acaba deixando de fazer atividades mais bacanas). Vôos fretados podem ter horários esquisitos ou ser remarcados em cima da hora.
Onde/quando vale a pena. Os preços mais apetitosos aparecem nos pacotes que usam vôos fretados. Na ponta do lápis, pacote nunca é mau negócio em praças onde as operadoras brasileiras tenham força junto à rede hoteleira — como Buenos Aires, Orlando, Cancún, capitais do Nordeste, resorts. Para feriados, Réveillon e Carnaval, os pacotes podem ser a única opção de quem não fez reservas a tempo, já que as operadoras têm bloqueios de assentos de aviões e quartos de hotéis para os atrasadinhos. Faz sentido também comprar pacote de ecoturismo, porque você já sai com os passeios organizados e garantidos (e com garantia de qualidade, quando a operadora é especializada).
Onde/quando não vale a pena. Para Europa e Nova York, os pacotes oferecem apenas a comodidade do tudo-em-um: você acaba pagando preços de mercado, por uma seleção pequena de hotéis. E quando você consegue comprar uma passagem de avião descontada, é fácil igualar ou bater os preços dos pacotes.
Recomendações. Mesmo se você for comprar pacote, não deixe de fazer as mesmas pesquisas que você faria para viajar por conta própria. Você estará em condições muito melhores de fazer suas escolhas e saberá que atividades fazer de maneira independente. Outra dica que vale quase sempre é não optar pelo hotel mais barato; normalmente é só um chamariz. Tente extrair do vendedor a informação “qual é o que não dá reclamação?”.
EXCURSÃO
Como funciona. Você compra a hospedagem e toda a logística de deslocamento. Seu itinerário é meticulosamente pré-programado, com um ou outro momento livre. Todos os passeios principais estão incluídos (os ingressos, nem sempre), assim como algumas refeições. A passagem aérea ida e volta muitas vezes é paga à parte.
Vantagens. Novamente você não se preocupa com nada. Não precisa encontrar o endereço do hotel, nem vai dar de cara com uma atração fechada. Roteiros mirabolantes, impossíveis de fazer com suas próprias pernas, ficam magicamente factíveis.
Desvantagens. Os roteiros convencionais tentam entupir o seus dias na estrada com o maior número possível de cidades e países, resultando numa colcha de retalhos de city-tours, com mais tempo no ônibus do que em terra firme. É preciso conviver com um grupo fechado, em que é inevitável o aparecimento de personagens como o engraçadinho e o reclamão.
Onde/quando vale a pena. No meu caderninho, excursões só fazem sentido em países “difíceis” — Egito, Índia, Irã, Rússia… — ou quando são organizadas em torno de roteiros temáticos, com guias especializados e público homogêneo. Viagens gastronômicas, enófilas, arquiteturísticas, educativas (história da arte, antropologia), esportivas, viagens de bicicleta, travessias: quando você viaja com a sua turma, para ver/aprender coisas que seria mais difícil ou impossível sozinho, o esquema só tem vantagens. Finalmente, excursões também se justificam em caso de pânico de viajar sozinho ao exterior — neste caso, qualquer país dá para enquadrar na categoria “difícil”.
Onde/quando não vale a pena. Roteiros que cobrem muito chão em pouco tempo valem só para quem quer “ticar” pontos do mapa.
Recomendações. Jogue o roteiro no Google Maps e no Via Michelin para ver as distâncias percorridas a cada dia e a estimativa de horas em trânsito. E se possível, embarque com familiares ou amigos. Viajar em grupo é indolor quando você leva sua própria turma.
POR CONTA PRÓPRIA
Como funciona. Você monta o seu roteiro, pesquisa preços e faz todas as reservas, sozinho ou com ajuda de um agente de viagens.
Vantagens. Nunca foi tão fácil produzir uma viagem independente. Está tudo na internet: os vôos, os hotéis, os carros, as opiniões de outros viajantes. Você tem acesso às ofertas e pode se hospedar em hotéis que não são oferecidos pelos pacotões. E no processo de pesquisa, acaba aprendendo muito sobre o destino que vai visitar, o que proporciona uma viagem mais rica e satisfatória.
Desvantagens. Dá um trabalho danado, sobretudo nas primeiras vezes. Qualquer desatenção no preenchimento de datas pode resultar em multas ou gastos não-reembolsáveis.
Onde/quando vale a pena. Quem se diverte montando uma viagem por conta própria (e viu que consegue melhorar sua viagem desta maneira) dificilmente viaja de outro jeito.
Onde/quando não vale a pena. Os tais “destinos difíceis” (Egito, Rússia, Índia, China) impõem desafios extras aos desempacotados. Para lugares de ecoturismo, viajar por conta própria dá mais certo quando você vai com tempo de folga para se encaixar nos passeios ao chegar (nem todos ocorrem todos os dias, alguns precisam de quórum para se realizar).
Recomendações. Não se entusiasme demais com as possibilidades. Lembre-se de que não é humanamente possível realizar sozinho os roteiros mirabolantes das excursões. Cheque três vezes a data antes de dar o “enter” de qualquer compra pela internet. Para comprar passagens aéreas internacionais, use um agente de viagem — ele tem acesso a ferramentas que não estão disponíveis ao consumidor final, e além de descobrir os dias mais em conta pode rentabilizar a sua tarifa em vôos de continuação. E se você se sente inseguro para fechar negócios na internet, faça sua pesquisa e entregue para o agente aparar arestas e fazer as reservas.
Fonte: Ricardo Freire
segunda-feira, 31 de maio de 2010
Visto americano valerá por 10 anos
A partir do dia 28 de maio, os vistos concedidos para viagens a turismo e negócios para os Estados Unidos passarão a ter a validade máxima de 10 anos. Além disso, as tarifas extras cobradas para os visto de negócios, estudante e intercâmbio para professores visitantes foram eliminadas. Isso, no entanto, não isenta aos solicitantes desses vistos, do pagamento da taxa do visto.

Vale lembrar que o custo do visto americano hoje é de R$ 38 (referentes ao agendamento da entrevista) e de US$ 131 (referentes as taxas para obtenção da autorização de entrada nos Estados Unidos)
Vistos terão reajustes
Outro notícia importante para quem vai solicitar o visto americano é o novo valor da tarifa. A partir de 04 de junho o valor do visto irá aumentar e variar de acordo com o tipo de visto.
Por exemplo: o visto para negócios, turismo, trânsito, tripulantes, estudantes acadêmicos e de intercâmbio e representantes de meios de comunicação pagarão o valor de US$ 140.
Já o valor do vistos para imigrantes casados com cidadãos americanos será de US$ 350.
Fonte: Blog de Viagens

Vale lembrar que o custo do visto americano hoje é de R$ 38 (referentes ao agendamento da entrevista) e de US$ 131 (referentes as taxas para obtenção da autorização de entrada nos Estados Unidos)
Vistos terão reajustes
Outro notícia importante para quem vai solicitar o visto americano é o novo valor da tarifa. A partir de 04 de junho o valor do visto irá aumentar e variar de acordo com o tipo de visto.
Por exemplo: o visto para negócios, turismo, trânsito, tripulantes, estudantes acadêmicos e de intercâmbio e representantes de meios de comunicação pagarão o valor de US$ 140.
Já o valor do vistos para imigrantes casados com cidadãos americanos será de US$ 350.
Fonte: Blog de Viagens
sábado, 15 de maio de 2010
Paris Museum Pass: uma breve explicação
Pessoal;
Como todos sabem, eu e minha digníssima esposa, estamos nos preparando para irmos rumo ao “Velho Mundo”. Assim sendo, estou colhendo o maior numero de informações a respeito. Como Paris está em nossos destinos, encontrei essa dica sobre Museum Pass e quis compartilhar com vocês.
Aos que estão com viagem marcada para Paris, não podem deixar de anotar esta dica: Paris Museum Pass.
Com este passe, você fará uma enorme economia com os ingressos de praticamante todas as principais atrações (excluindo a Torre Eiffel). Dica do Turista Profissional.
Se querem mais informações e dicas sobre Paris, não deixem de visitar o Conexão Paris, o Paris a La Carte e o Matraqueando.
Update:
Todos os museus e monumentos que aceitam o Pass:
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